As fraternidades

Mosteiro de Civitella (RM)
Mosteiro di Civitella (RM)
Após uma longa procura, meditação e mútuo questionamento, as irmãs de Bose aceitaram o convite das monjas beneditinas de Santa Escolástica e, desde Outubro de 2013, algumas delas partilham a vida monástica em Civitella San Paolo (RM) .

 

 

 

Mosteiro de Bose - Cellole (SI)
Mosteiro de Bose - Cellole (SI)
Desde Abril de 2013 estamos presentes em Toscana com uma fraternidade de irmãos na diocese de Volterra na Pieve di Cellole, perto de San Gimignano (SI), em pleno Caminho Francês.

 

  

Mosteiro de Bose - São Masseo, Assis (cripta)
Mosteiro de Bose - São Masseo, Assis (cripta)

Depois de ter adquirido o Mosteiro de São Masseo em Assis e tê-lo restaurado e re-estructurado por completo, no outuno de 2010 estabeleceu-se stabile uma fraternidade da nossa comunidade: há mais de dez anos do fecho permanente da fraternidade de São Bento no Subasio por causa do terramoto, regressámos desta forma à amada cidade de São Francisco.

 

 

 

Mosteiro de Bose - Ostuni
Mosteiro de Bose - Ostuni
Uma fraternidade masculina abriu em 1998 em Ostuni, numa região e numa Igreja local à qual nos une uma profunda amizade desde os primórdios da história de Bose.

 

 

 

Para aprofundar e fortalecer as raízes hebraicas do cristianismo e para alargar a própria compreensão das Escrituras comuns a cristãos e judeus, desde Janeiro de 1981 a comunidade está presente com uma fraternidade em Jerusalém esforçando-se por testemunhar o desejo de paz e de unidade da fé cristã na cidade que é o símbolo das contradições entre o chamamento de Deus e as respostas do homem.
Por outro lado, esta presença é uma oportunidade para contactos e partilhas fraternas com as diversas igrejas presentes em Israel.

No contexto das relações entre todas as igrejas cristãs, a comunidade de Bose procura ser um sinal de unidade na procura do património espiritual comum. Por isso, já no ano de 1972 promoveu a criação de uma primeira fraternidade no cantão suiço de Neuchâtel (que esteve aberta até fins de  1977), para testemunhar a possibilidade de comunhão e de colaboração entre católicos e protestantes reformados.